Exercício 8 – Módulo 4
Produção de documentário jornalístico em vídeo
Virada Cultural Paulista 2009 em Mogi Guaçu
Exercício 8 – Módulo 4
Produção de documentário jornalístico em vídeo
Virada Cultural Paulista 2009 em Mogi Guaçu

Storyboard para a filmagem do documentário jornalístico "Virada Cultural 2009 em Mogi Guaçu"
Exercício 8 – Módulo 4
Produção de documentário jornalístico em vídeo
Sinopse:
Uma semana antes de o Módulo 4 do curso Jornalismo 2.0 começar, já sabíamos, pela descrição completa do curso, que na semana seguinte a lição seria produzir um documentário jornalístico. Em chat, pedimos para que os instrutores nos adiantassem alguma informação sobre o vídeo e a partir de instruções no Fórum, decidi adiantar as filmagens e aproveitar um evento da cidade. O objetivo é filmar a primeira Virada Cultural Paulista em Mogi Guaçu, que acontecerá no final de semana de 16 e 17 de maio de 2009. Antes do evento, já acontece a montagem de palco e interdição de ruas. Então decidi registrar esse evento.
Roteiro:
Abertura – 5 segundos
Cena inicial – Avenida vazia antes do show – 19 segundos
Abertura da Virada Cultural com o prefeito – 34 segundos
Entrada da cantora Paula Lima – 26 segundos
Cenas fechadas do show de Paula Lima – 16 segundos
Cenas abertas do show de Paula Lima – 19 segundos
Povo fala 1 – 11 segundos
Povo fala 2 – 9 segundos
Fila no Centro Cultural para o show de Antônio Carlos e Jocafi– 14 segundos
Entrevista com secretário municipal de Cultura – 26 segundos
Cenas fechadas do show de Renato Godá – 16 segundos
Cena fechada do show de Lobão – 5 segundos
Cena aberta do show de Lobão – 10 segundos
Cena fechada de outro momento do show de Lobão – 19 segundos
Povo fala 3 – 11 segundos
Povo fala 4 – 15 segundos
Entrevista com a presidente da ONG Tupec (Tudo pela Cultura) – 22 segundos
Cena aberta da avenida lotada à noite – 13 segundos
Cena de crianças dançando na avenida – 8 segundos
Créditos – 40 segundos
Total: 5 minutos e 38 segundos.
Em off:
Contar como começou a Virada Cultural no Estado de São Paulo, quantas atrações o evento possuía e em quantas cidades estava presente há três anos, em seu início, e como está agora, quais cidades participam, quantas atrações serão apresentadas. Contar sobre os principais shows em Mogi Guaçu e as peças de teatro, circo, dança e demais atrações. Descrever o público na avenida dos Trabalhadores, onde um palco será montado, e no teatro do Centro Cultural.
Entrevistas:
A idéia principal é entrevistar Edenílson José Faboci, o secretário municipal de Cultural, sobre a importância de um evento como a Virada Cultural para Mogi Guaçu, e Nilse Santamarina, a presidente da ONG Tupec (Tudo pela Cultura), que há 10 anos atua no Município em busca de alternativas culturais e melhorias para o Centro Cultural. Além das entrevistas “oficiais”, a idéia é entrevistar duas pessoas na avenida dos Trabalhadores na noite de sábado, dia 16, quando acontecerão os shows de Paula Lima e Lobão (os mais esperados) e mais duas pessoas durante o dia no domingo, no Centro Cultural. Para os entrevistados do “povo fala”, o objetivo é perguntar quais os eventos escolhidos para acompanhar e o que acharam da ideia de a Virada Cultural vir para a cidade.
Execução:
Projeto: antes do evento, em 15 de maio.
Gravações: nos dias da Virada Cultural, 16 e 17 de maio (sábado e domingo). Sábado – 15h00 (antes do primeiro show, na avenida), 18h00 (abertura da Virada Cultural e início do show de Paula Lima, na avenida), 20h30 (antes do show de Antônio Carlos e Jocafi, no Centro Cultural), 23h00 (show de Renato Godá, na avenida) meia-noite (show de Lobão, na avenida). Domingo – 14h00 (no Centro Cultural, para ver o movimento e realizar entrevistas).
Gravação de off: 24 de maio.
Edição: 24 e 25 de maio.
Publicação no YouTube: 25 de maio.
Roteiro para edição com áudio e entrevistas:
A Virada Cultural Paulista acontece há três anos no interior do Estado, mas é a primeira vez que Mogi Guaçu recebeu o evento. As atrações aconteceram das seis da tarde do sábado, dia 16, até as seis da tarde do dia seguinte. O evento atraiu mais de 36 mil pessoas em dois palcos, no Centro Cultural e na avenida dos Trabalhadores, em frente ao museu.
O projeto é do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Prefeitura e a abertura da Virada foi feita pelo prefeito Paulo Eduardo de Barros, o Dr. Paulinho.
Havia pouca gente na avenida quando Paula Lima subiu no palco, mas a cantora contagiou o público com sua energia e simpatia.
Durante as 24 horas de Virada Cultural, aconteceram eventos simultâneos. Enquanto Paula Lima agitava a avenida, a Orquestra de Sopros da Corporação Musical Marcos Vedovello se apresentava no teatro. A atração guaçuana foi um pedido da secretaria municipal de cultura.
Ao final do show de Paula Lima, a avenida já estava lotada e pedia bis dos sambas e balanços. O público, animado, recebeu o grupo Instiga, trio de Campinas que é considerado uma promessa para o rock nacional.
Entrevistas:
Rita de Cássia Francisco Antonio – industriária
Altair Floriano da Silveira – corretor de imóveis
No Centro Cultural, a dupla Antônio Carlos e Jocáfi, sucesso da década de 70, atraiu centenas de pessoas, que lotaram o teatro. Na mesma noite, se apresentaram a Trupe Olho da Rua e a Companhia Tungundum de dança.
Entrevista:
Edenilson José Faboci – secretário municipal de cultura
O cantor e compositor Renato Godá agitou a avenida até a meia-noite, quando chegou a hora do show mais esperado: Lobão. A madrugada foi agitada, com o DJ Rafael Moraes, enquanto a atriz, cantora e compositora Beatriz Azevedo apresentava seu novo trabalho, “Alegria”, no Centro Cultural.
No domingo, as crianças puderam assistir à apresentação de bonecos que contaram a história de Simão e o Boi Pintadinho além de duas apresentações de circo. O dia também teve Ballet Stagium, o grupo cover Beatles Forever, Oswaldinho do Acordeom e a dupla Kleiton e Kledir, que encerrou a Virada Cultural.
A comerciante Gilmara levou as duas filhas ao teatro no último dia do evento.
Entrevistas:
Gilmara Lúcia Montês – comerciante
Marcos Gislotti – industriário
Nilse Santamarina – presidente da ONG Tupec – Tudo pela Cultura
A Virada Cultural Paulista acontece desde 2007, quando 10 cidades receberam 381 atrações. Na edição de 2009, participam 20 municípios, com cerca de 560 apresentações e que atraíram quase um milhão de pessoas. Se depender da população de Mogi Guaçu, com certeza o evento voltará a acontecer na cidade.
Após edição, vídeo pronto com 5 minutos e 38 segundos.
Módulo 3 – Exercício 5
Podcast
Notícia: Cidade do Livro
Caso o áudio acima não abra, você pode ouvir a gravação neste link.
Grande desafio a produção de um podcast! Escolhi como notícia a inauguração da Cidade do Livro em Mogi Guaçu e fiz diversas gravações no formato WAV. Para me orientar durante a gravação, como eu não li a notícia, escrevi tópicos que eram importantes. Descobri que, mesmo após diversas gravações, todas apresentavam algum problema, um errinho aqui, outro ali… e por não ser rádio e sim um podcast para internet, me mantive no propósito de não ler e escolhi uma das gravações. Foi muito bom aprender mais esta lição. E adorei gravar, devo admitir.
Baixei o programa Audacity, que é muito bom e completo. Aprendi, aos poucos, algumas funções, mas mantive a gravação original, sem efeitos. Exportei para MP3 e baixei em dois sites gratuitos: MP3tube e Goear. Gostei de ambos, mas principalmente do Goear. O problema começou no momento em que fui publicar o arquivo no WordPress. A plataforma não aceita o embed desses sites e o resultado foi muita dor de cabeça e horas da madrugada acordada para tentar resolver. Não deu certo.
Fiquei um bocado chateada, porque pretendo manter um blog no WordPress e acredito que a utilização de arquivos de áudio e vídeo podem enriquecer um blog. Não se trata apenas de hospedar um áudio ou vídeo, mas de poder utilizar as muitas opções interessantes que já existem nesses sites. E, pelo jeito, não será possível. Se você, leitor, conhecer uma maneira de colocar os códigos embed no WordPress, deixe um recado neste post, por favor.
A solução veio de uma dica da colega Luciana, para hospedarmos o MP3 em algum site. O problema agora era: em que site? Entre as opções apresentadas pelos colegas, segui a de Paula, que sugeriu o www.upload-mp3.com. Deu certo! O arquivo foi baixado neste site e em seguida inseri o código no HTML do post do WordPress. Obrigada, queridas colegas pela grande ajuda! E seguimos em busca do Graal – como inserir os códigos de sites de áudio e vídeo nesta plataforma.
Um grande abraço a todos,
Fernanda França.
Exercício 7 : Módulo 3
Produção de notícia em weblog
Quando li o exercício, a primeira ideia que tive foi escrever sobre a Biblioteca Municipal, instalada há pouco mais de dois anos no Centro Cultural, localizado no bairro onde eu moro. Passo por ele todos os dias, a pé, e admiro a estrutura do local. Recordo que quando cheguei na cidade, o prédio ainda estava em obras. Foram muitas reformas – que ainda acontecem em alguns pisos –, mas hoje o espaço já conta com um amplo teatro, salas de aula (onde acontecem aulas de música, dança, teatro e artes plásticas, todas gratuitas e com excelente conceito na cidade), além de uma sala de projeções em que é realizado o projeto “Tela Viva”, com um filme gratuito por semana. No último andar está a biblioteca, tema da minha matéria especial para internet, resultado do exercício número 7 do Módulo 3 da 4ª turma do curso Jornalismo 2.0.
Você conhece a Biblioteca?

Entrada do Centro Cultural, de onde é possível ver as janelas da Biblioteca
Há dois anos a Biblioteca Municipal “João XXIII” mudou-se do centro, do prédio da antiga estação ferroviária, onde esteve desde 1982, para o Centro Cultural de Mogi Guaçu, localizado à avenida dos Trabalhadores, 2651, no Jardim Camargo, região central. No início, a frequência no local diminuiu. Aos poucos, porém, os visitantes se acostumaram à nova localização e os empréstimos cresceram.
Atualmente, são emprestados de 60 a 120 livros por dia e a biblioteca é frequentada tanto por estudantes que realizam pesquisas para trabalhos escolares quanto por amantes da literatura. A biblioteca funciona de segunda a sexta das 8h00 às 19h00 e aos sábados das 8h00 às 12h00.
A biblioteca está localizada no terceiro piso do Centro Cultural, onde também acontecem apresentações de teatro e dança, além de exposições. O local também abriga a Emia (Escola Municipal de Iniciação Artística) e o Teatro Tupec (Tudo pela Cultura). Se você mora em Mogi Guaçu e não conhece o Centro Cultural, faça uma visita. É lá que acontecem as mais importantes manifestações artísticas da cidade.

Vista geral da Biblioteca Municipal
A biblioteca é ampla e o setor infantil está em área separada. Cada livro é emprestado por duas semanas e pode ser renovado pessoalmente ou por telefone e para os mais procurados chega a haver fila de espera, como é o caso do título “Crepúsculo”. Se você quiser saber sobre algum título específico, basta ligar lá e perguntar. Eles sempre recebem novidades e best-sellers. O telefone da biblioteca é (19) 3861-4225.
O espaço ainda possui um posto do Acessa São Paulo, instalado na biblioteca em dezembro do ano passado, o que ajudou a aumentar o movimento. Há muitas pessoas que fazem pesquisas no computador e em seguida buscam livros. O posto foi instalado pelo Governo do Estado de São Paulo com o apoio da Prefeitura, que cedeu o espaço e os monitores. Atualmente são 10 computadores que podem ser usados gratuitamente. O posto funciona das 8h00 às 18h00 de segunda a sexta-feira, sem interrupção para almoço.

Posto do Acessa São Paulo
O secretário de Cultura, Edenílson José Faboci, já anunciou que entre as mudanças que devem ser realizadas na biblioteca estão a informatização do espaço, alterações nas visitas do carro-biblioteca em bairros afastados da cidade e aumento de horário de atendimento ao público. A informatização servirá para facilitar o acesso aos livros e possibilitar que os leitores possam saber pela internet quais volumes estão disponíveis. O aumento de horário está sendo estudado e a ideia é estender o atendimento até as 21h00 durante a semana.
Também para incentivar a leitura entre os menores, a biblioteca infantil poderá receber escolas e profissionais para contar histórias, além da instalação da Academia Mirim de Letras, que passará a funcionar em breve.
Comprar livros é uma delícia, mas todas as crianças deveriam ser apresentadas ao prazer que é visitar uma biblioteca.
Mesmo na era da internet, você ainda visita bibliotecas?



Fernanda França.
Módulo 3
Exercício 6 – Publicação de fotos em weblogs
Conforme o exercício pedia, tirei fotos com a câmera digital e escolhi algumas para editar em dois programas gratuitos de imagem. O primeiro deles foi o indicado pelo curso, IrfanView, e o segundo foi um programa indicado por uma colega no Fórum de discussões, o Gimp.
O IrfanView não possui uma interface muito amigável, com fundo preto e que pode confundir o usuário na hora de fazer, por exemplo, recortes na foto. Entretanto, é fácil localizar a ferramenta de “crop”, para recortar uma área da foto, e “resize”, para redimensionar a imagem. O programa é gratuito e fácil. Para pequenas alterações, como as realizadas no exercício, é muito bom.
TESTE COM IRFANVIEW:

Imagem original

Imagem recortada com IrfanView

Imagem original de Teddy

Imagem redimensionada com IrfanView
O Gimp é muito mais completo e suas funcionalidades se assemelham às do famoso Photoshop. Encontrei facilmente a opção de “redimensionar imagem”, mas demorei a entender as diversas opções de recortar a imagem, até que testei “cortar para a seleção” e obtive rapidamente o resultado desejado. Gostei muito desse programa e foi instalado em português, o que facilitou ainda mais, além de que também é gratuito.
TESTE COM GIMP:

Imagem original de Teddy

Imagem recortada com Gimp

Imagem original de Polly

Imagem redimensionada com Gimp
E para vocês, qual o melhor editor de imagens gratuito?
Fernanda França.
Exercício 4 – Buscas na web
Análise comparativa dos cinco primeiros resultados sobre “cura do stress” nos seguintes buscadores: Google, Yahoo!, Altavista, Radar UOL, Clusty, MSN, Ask.com e DogPile.
* Google: http://www.google.com.br

Pesquisa realizada como “cura do stress” em toda a rede (opção “a web”)
1) Um artigo de um blog (Lixo tipo especial) datado de novembro de 2005.
2) Post de uma blogueira (Palávoras) sobre um artigo da revista Ladies Home Journal, em que compartilha a primeira de 50 dias para a cura do stress. Datado de junho de 2008.
3) Um post de uma aluna do mesmo curso “Jornalismo 2.0”, da turma de agosto de 2008, em que a autora do texto chega à conclusão de que “se exista cura do stress, não está na rede”.
4) Um resultado do site traça.com.br, um sebo virtual. A pesquisa apontou o livro “Conseils pour la Guérison du Surmenage Nerveux (Conselhos para a Cura do Esgotamento Nervoso)”
5) Site Yahoo! Respostas com a pergunta “Qual é o melhor tratamento para cuidar do stress? Existe alguma maneira de prevenir o stress?” feita há dois anos.
A pesquisa melhora consideravelmente se for feita como “cura do estresse” (estresse grafado em português e não em inglês) e na opção “páginas do Brasil”. Os resultados para essa pesquisa foram os seguintes:
1) Página do Terra – Vida Saudável sobre cura com homeopatia. Não dá data na matéria.
2) Página que leva a um trabalho realizado na Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos com o tema “O estresse e a profissão do professor”, artigo com 17 páginas e sem data.
3) Site da Comunidade Católica Boanerges que fala sobre o estresse e dá dicas de livros.
4) Site de Waldir de Pinho Veloso, que ministra um programa de cura do estresse. Mas ao clicar na página, ela está fora do ar.
5) Pàgina www.nossadica.com.br, que mostra o Reiki como opção de terapia de cura do estresse.
* Yahoo!: http://www.yahoo.com.br
Para tentar buscar os melhores resultados em português, após notar que sites semelhantes foram indicados quando procuramos “cura do stress” no Yahoo!, resolvi adotar a pesquisa com a grafia “cura do estresse”, em português, para os demais buscadores.
1) A mesma página do Terra – Vida Saudável sobre cura com homeopatia.
2) Página do Geocities com a venda de um vídeo chamado “Meditação e Relax”. Sem data.
3) Caderno de Turismo do Jornal TodoDia, de janeiro de 1999, com matéria sobre opção de férias em Spa.
4) Site da Marcia Peltier no IG com texto sobre terapias holísticas para cura do estresse. Sem data.
5) Site www.educacaofisica.com.br com o texto “Watsu: relaxamento perfeito” de maio de 2007.
* Altavista: http://www.altavista.com
Todos os resultados encontrados no Altavista são exatamente iguais aos encontrados na busca do Yahoo!, inclusive a ordem em que os sites aparecem listados.
* Radar Uol: http://radaruol.uol.com.br
Também é conhecido por UOL Busca.
1) A mesma página do Terra – Vida Saudável sobre cura com homeopatia que apareceu no Google, Yahoo! e no Altavista.
2) A mesma página que leva a um trabalho realizado na Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos com o tema “O estresse e a profissão do professor”, que apareceu no Google.
3) Artigo do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais/ Unileste-MG sobre “Estresse ocupacional e enfermagem:abordagem em unidade de atenção a saúde mental”. Sem data.
4) Página do Scielo Brasil sobre “Freud e a neurobiologia da memória”.
5) Página da Procuradoria Regional do Trabalho da 7ª região. Artigo “Trabalhador produz mais com ambiente adequado e benefícios”.
* Clusty: http://clusty.com/

Os resultados aparecem divididos por categorias no lado esquerdo. Nos resultados gerais temos:
1) Página www.zenit.com.br, com o texto “João Batista, mais que um profeta”, de dezembro de 2007.
2) Site Cooperativa do Fitness com o texto “O Exercício Físico Pode Reduzir os Efeitos da TPM (Tensão Pré-Menstrual)?”
3) Site Scribd, com apresentação de tema “A fé no processo de cura”. Sem data.
4) Centro de metafísica Atman Amara, com texto sobre massagem ayurvédica. Sem data.
5) Página pessoal hospedada no Geocities com um artigo sobre florais de Bach de 2000.
* MSN: http://search.msn.com.br
1) A mesma página do Centro de metafísica Atman Amara, com texto sobre massagem ayurvédica encontrada no Clusty.
2) Página da USP sobre estresse. Um dos textos mais interessantes e que só apareceu agora na pesquisa.
3) Mesma página da Cooperativa do Fitness que apareceu no Clusty.
4) Departamento Esportivo da Associação A Hebraica de São Paulo sobre o curso de Yoga Psicossomática.
5) Página da Tech Force Automotive sobre motociclismo.
* Ask.com: http://search.ask.com/

Nenhuma página encontrada aqui é inédita. Todas já apareceram em algum outro buscador.
1) A mesma página do Terra – Vida Saudável sobre cura com homeopatia que apareceu no Google, Yahoo!, Altavista e UOL Busca.
2) A mesma página que leva a um trabalho realizado na Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos com o tema “O estresse e a profissão do professor”, que apareceu no Google e UOL Busca.
3) Artigo do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais/ Unileste-MG sobre “Estresse ocupacional e enfermagem:abordagem em unidade de atenção a saúde mental” que apareceu no UOL Busca.
4) Página da Procuradoria Regional do Trabalho da 7ª região. Artigo “Trabalhador produz mais com ambiente adequado e benefícios” que apareceu no UOL Busca.
5) Página da USP sobre estresse que apareceu no MSN.
* DogPile : http://www.dogpile.com/

A página indica quando o site foi encontrado no Google, por exemplo, ou Yahoo!, mas mistura links patrocinados com os não-patrocinados. Optei por realizar a busca para obter resultados somente em português. A opção para escolher idiomas é fácil.
1) A mesma página do Terra – Vida Saudável sobre cura com homeopatia que apareceu no Google, Yahoo!, Altavista, UOL Busca e Ask.com.
2) A mesma página que leva a um trabalho realizado na Faculdade Estácio de Sá de Ourinhos com o tema “O estresse e a profissão do professor”, que apareceu no Google, UOL Busca e Ask.com.
3) Uma página Google Docs com o exercício realizado por um aluno de turma anterior do curso “Jornalismo 2.0”.
4) A mesma página pessoal hospedada no Geocities com um artigo sobre florais de Bach encontrada no Clusty.
5) Artigo do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais/ Unileste-MG sobre “Estresse ocupacional e enfermagem:abordagem em unidade de atenção a saúde mental” que apareceu no UOL Busca e Ask.com.
O buscador mais conhecido, Google, é também um dos mais fáceis de utilizar. Os demais apresentam qualidades individuais, mas em termos de resultados de pesquisa, todos deixam a desejar. É importante reconhecer que um buscador não faz tudo pelo jornalista. Cabe a quem procura as informações selecionar o que há de melhor na rede (e nem sempre são os primeiros resultados de uma busca, como apresentamos neste trabalho). Olhar mais opções de resultados e em mais de um mecanismo de busca é uma alternativa para aumentar a possibilidade de encontrar páginas novas e interessantes. Vale ressaltar que a busca “cura do estresse”, com essa grafia, em todos os sistemas propostos pelo curso, não resultou em sites que ajudariam muito o profissional em busca realmente de tratamentos para a cura do estresse. Uma das páginas que melhor apresentou o tema estresse, hospedada no site da USP (Universidade de São Paulo) apareceu somente na pesquisa do MSN e do Ask.com. Este último, na verdade, somente com resultados já repetidos em outros buscadores. Fazer uma busca na web é mais do que escrever as palavras entre aspas na caixa do buscador. É necessário selecionar os melhores resultados, realizar a busca em mais de uma ferramenta e procurar verificar a autenticidade dos textos. Mais um trabalho de jornalista, dessa vez na internet.
MÓDULO 2: Reportagem, Blogs e Podcasts
Exercício 3 – Comparação RSS e GoogleReader
Esta foi a primeira vez que tive contato com RSS e GoogleReader e para apresentar a experiência, eu escrevi nos três dias em que testei os dois serviços.
Primeiro dia (11 de maio de 2009)
Instalei o Feedreader versão 3.14 no meu computador e pela primeira vez tive contato com um leitor RSS. Dividi os sites escolhidos em três pastas: Colegas de curso, Compras e Notícias. O leitor RSS ainda possui as pastas “Não lidos” e “Starred news”. No Feedreader eu notei que a organização me ajudou muito. Como não poderia acompanhar muitos sites neste primeiro momento, optei por acompanhar um site de Compras (La Reina Madre, site de bolsas para mulheres), um site de Notícias (G1.com) e quatro blogs de colegas de curso. Entrei em contato com muitos deles e comentei em seus blogs. Aqueles que retornaram a visita foram adicionados nos links do blog e ao Feedreader. Foi interessante, pois pude começar a interagir com outros participantes do curso – e agora saber quando atualizam seus blogs.
O Feedreader apresenta um “pop up” no caso de sites atualizados, o que facilita a leitura. O único inconveniente neste primeiro dia foi o fato de que o programa está instalado em meu computador de casa, portanto não poderei acessar meus links de nenhum outro computador. Já o GoogleReader parece valer a pena justamente por ser “portátil”. Levarei meus links para qualquer local, já que tenho acesso pela minha conta do Google. Funciona como uma espécie de e-mail (Gmail). Porém, neste primeiro dia, ainda não consegui dividir os links em pastas e o leitor me pareceu um tanto confuso.

1º dia: Feedreader

1º dia: GoogleReader
Segundo dia (12 de maio de 2009)
Ainda no meu trabalho, decidi dar uma olhada em meu GoogleReader. No fórum do curso, uma colega me explicou como adicionar pastas e organizar melhor meus sites e finalmente consegui deixar a organização semelhante ao Feedreader. Pude acessar os links e acompanhar as notícias. Conheci a ferramenta de compartilhar os sites com os contatos, mas decidi não compartilhar por enquanto. Quando cheguei em casa, abri novamente o Feedreader e percebi que gosto de suas funcionalidades. Posso ler os posts dos blogs praticamente inteiros na tela ao lado direito do programa. Em termos de praticidade e visualização, o Feedreader é melhor do que o GoogleReader. Porém, o leitor do Google ganha em um quesito: mobilidade. E na era da internet, é muito válido poder levar seus links para qualquer lugar e acessar de qualquer computador.

2º dia: Feedreader e o pop-up de sites atualizados

2º dia: GoogleReader organizado por pastas
Terceiro dia (13 de maio de 2009)
No terceiro dia, comecei a aprender novas funções dos dois leitores. No Feedreader modifiquei os nomes dos contatos, o que facilitou a identificação dos colegas de curso pelo nome e não mais pelo nome do blog. Porém, ao fim do dia – já que só acesso o programa de casa –, o programa estava lotado de links e ficou quase impossível ler tudo. O GoogleReader é interessante pela sua “mobilidade”, embora eu não tenha conseguido modificar o nome dos sites acompanhados. Eu escolheria o leitor de RSS, mas, sem dúvida, em tempos em que o acesso precisa acontecer em qualquer hora e em qualquer lugar, o leitor do Google vence. Apesar de o exercício ter terminado, manterei o uso dos dois, até que eu possa optar manter somente um deles. A vantagem de ambos para o meu trabalho é poder acompanhar as notícias dos sites que eu mais visito sem ter que visitá-los e saber a hora exata em que as informações são atualizadas.

3º dia: Feedreader é aprovado! A visualização é boa. Sua desvantagem é estar instalado em uma única máquina.

3º dia: Para usuária inicial, GoogleReader ainda parece um pouco confuso. Vantagem: pode ser acessado de qualquer computador.
Agora quero saber sua opinião!
A descoberta da comunicação instantânea começa a acontecer pela tela de um computador na era da internet. Em meados da década de 1990 qualquer cidadão comum poderia ter acesso ao que começou como um projeto para militares. Esperar os carteiros não era mais um problema: bastava enviar um e-mail que tudo estava resolvido. Nem tudo, na verdade, já que provedores que ofereciam os endereços eram pagos. Nesta mesma época, o ambiente da web proporcionou às empresas a possibilidade de visibilidade. Os sites eram quase como vitrines de produtos e serviços. Foi o estouro das empresas pontocom. Primeiro, em sucesso; em seguida, com a falência.
Muitos investidores perderam dinheiro, mas a internet não era um fracasso, muito pelo contrário. O termo web 2.0 aparece pela primeira vez explicado por Tim O’Reilly, presidente e fundador da editora O’Reilly Media, em 2004, quando buscava compreender o motivo de algumas empresas sobreviverem à crise. O resultado foi o diferencial que elas apresentavam: interatividade.

Os serviços de provedor pagos deram espaço para conexão gratuita e o usuário, que antes era apenas mero observador do que acontecia na internet, passou a ser participante do que se produzia para esse meio. A linguagem difícil e incompreensível para a maioria poderia ser mais acessível e estava disponível para o público em geral. Fazer parte da web significa, neste novo momento, realmente fazer parte dela – produzir, escrever, comentar, opinar, participar.
A chamada “segunda geração da internet” é marcada por internautas que não se contentam mais em serem espectadores. Da necessidade de gerar conteúdo nasceu a febre dos blogs, que são páginas simples e ágeis feitas pelos usuários comuns. Uma espécie de diário em que o dono pode interagir com quem o lê. Ao mesmo tempo, jornais on-line passaram a dar mais espaço para as opiniões dos leitores, criaram caixas de comentários, newsletters, atualizações RSS, e opções como “envie o texto a um amigo”.
Com geração de conteúdo e interatividade, os serviços da internet passaram a ser, então, mais personalizados. O usuário pode montar sua página de notícias com o que mais deseja e escolher a aparência de seu site preferido para compras. O portal Submarino, por exemplo, oferece a opção de personalizar a página, além de permitir ao comprador que comente sobre um livro ou filme e dê uma nota para os produtos, que pode servir de referência de compra para os demais visitantes.
Na web 1.0, a direção era somente site-internauta. A interatividade da web 2.0 passou a ser uma marca não somente na direção usuário-site, que é o retorno desse internauta, mas também passou a permitir que os usuários se comunicassem entre si. O site Adoro Cinema é um exemplo de interação entre pessoas que possuem os mesmos gostos. Amantes do cinema buscam o filme desejado, podem ver a sinopse e fotos e escrever uma pequena crítica. Troca de recados ainda mais intensa acontece no IMDB (Internet Movie Data Base), importante banco de dados sobre cinema em inglês. Usuários registrados participam de fóruns sobre os filmes escolhidos e trocam informações.
Outro exemplo do moderno mundo 2.0 é o site Mercado Livre. Nele, usuários vendem e compram mercadorias uns dos outros e podem, depois de feita a venda ou compra, dar um depoimento sobre o sucesso ou não da negociação. Aqueles que possuem muitas estrelas são considerados mais confiáveis. É o internauta criando informação para outro internauta, assim como acontece em um dos casos mais famosos da geração de conteúdo, o dicionário Wikipedia, cujos verbetes podem ser escritos por qualquer pessoa.

As novas tecnologias colaboram para o desenvolvimento da web 2.0. Cada vez mais, com diferentes recursos de áudio, vídeo e foto e a opção de escrever de qualquer lugar via celular, a internet torna-se mais dinâmica. Vídeos podem ser vistos e inseridos no YouTube e não há tempo a perder, como acontece com a ferramenta de miniblog Twitter, que mostra somente 140 caracteres e é a febre do momento. A febre passa, mas novas sempre chegam. E a comunicação instantânea de anos atrás, quando o e-mail surgiu, é cada vez mais rápida e diversificada. Porque a internet não deve parar somente em 2.0.
Fernanda França
Imagens: Gettyimages
Este é o primeiro post. Sejam bem-vindos! Este blog foi criado como parte das atividades do curso “Jornalismo 2.0″, do qual sou aluna na quarta turma, em maio de 2009. O curso é do Knight Center for Journalism in the Americas - University of Texas at Austin. Aqui serão colocados os textos do curso e demais pensamentos sobre o Jornalismo 2.0. Aguardo comentários!